Falar em seguro de vida muitas vezes é complicado, já que boa parte das pessoas o associam ao tema “morte”. Mas a verdade é que, nas mais diversas situações, ele é uma das melhores ferramentas de proteção financeira que existem. E o que nem todo mundo sabe é que pode ser bem mais barato do que se imagina contar com essa proteção.

“Existem várias modalidades de seguro de vida. Desde os mais simples até os private. Uma pessoa de 28 anos que quer uma cobertura de R$ 100 mil vai pagar menos de R$ 40 por mês, por exemplo”, explica Marcos Veríssimo, superintendente comercial da sucursal Niterói da MAG Seguros.

pessoa pensando em seguro de vida para proteger a família

Crédito:9dream studio/shutterstock

Por que contratar seguro de vida?

Antes de falarmos em preço, vamos reforçar algumas das características importantes que um seguro de vida tem. Primeiramente, ele é uma das únicas coisas que é repassada aos herdeiros automaticamente, sem precisar aguardar um inventário. Por essa razão, é importante, especialmente, para quem tem pessoas que dependem de si ou um patrimônio a ser liberado.

Além disso, um seguro pode ser contratado para cobrir doenças graves, como câncer, paralisia e AVCs. “Seguro de vida não precisa ser pensado como algo que é contratado para que os outros recebam um valor apenas quando a pessoa morre. Ele pode abranger doenças graves e é muito barato”, diz Veríssimo. 

O especialista explica que também é possível contratar valores relacionados a diárias de internação hospitalar. “Sei que muita gente tem plano de saúde com co-participação ou não tem plano de saúde, por exemplo. Em muitos casos, a pessoa pode não estar preparada para pagar R$ 20 mil, R$ 30 mil a um hospital; e pode pagar R$ 10 reais por mês e receber uma diária de R$ 300, R$ 400 por dia”, conta.

Outra opção é contratar um seguro de vida que cubra invalidez temporária ou permanente. “Eu pergunto à pessoa o que aconteceria se ela ficasse inválida. Os parentes estariam preparados para assumir financeiramente? Teriam renda para isso?”, questiona Veríssimo. 

Além disso, ele lembra que se alguém tem uma determinada renda e acontece um acidente que lhe impossibilite de voltar a trabalhar, provavelmente passará a receber pelo INSS. “Ou seja, estava acostumado a viver em um padrão e vai ter que viver em outro. O seguro de invalidez é mais barato que o de morte inclusive. É mais ou menos R$ 70 reais por mês para um capital de R$ 1 milhão.” 

É possível combinar coberturas e valores

Além de todas as vantagens apontadas, quando se trata de preço, é preciso considerar que um seguro de vida normalmente tem um ótimo custo-benefício. Isso porque é possível adequá-lo individualmente às suas necessidades, combinando coberturas e valores.

Alguém que tem filhos e cônjuge, por exemplo, terá uma contratação diferente da de alguém que é solteiro e sem filhos. Ou, ainda, alguém que tem patrimônio para deixar e quer garantir um repasse de bens tranquilo, pode avaliar e ajustar a cobertura de acordo com o necessário e possível de ser pago.

Em algumas simulações realizadas pelo especialista da MAG é possível ver alternativas e valores. De forma geral, um jovem advogado de 25 anos, por exemplo, pagaria R$ 64,15 mensais para contar com uma cobertura de R$ 100 mil para doenças graves, R$ 50 mil para cirurgias e R$ 500 em diária hospitalar, havendo uma indenização extra no caso de UTI. Uma cobertura similar para outro advogado, de 55 anos, sairia R$ 256,29 por mês.

“Cada caso deve ser avaliado individualmente para que as necessidades e valores sejam considerados. E lembro que sempre é possível realizar ajustes para que o seguro caiba no bolso e a pessoa esteja protegida”, diz Marcos.

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