Você sabe quais são as maiores causas de morte no mundo? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a isquemia cardíaca está em primeiro lugar no ranking. Sozinha, a doença foi responsável pela morte de 8,9 milhões de pessoas em 2019.

Os índices da OMS foram divulgados em 2020 no relatório Global Health Estimates. Segundo a Organização, é importante saber por que as pessoas morrem para melhorar como as pessoas vivem. Além disso, mesmo que ainda não hajam novos dados, as informações prestadas seguem sendo de alta relevância quando o assunto é "saber como viver melhor".

“Medidas quantas pessoas morrem a cada ano ajuda a melhorar a eficácia dos sistemas de saúde e a direcionar recursos para onde mais precisa”, explica o documento da OMS.

Veja abaixo o ranking completo das 10 maiores causas de morte no mundo:

  1. Doença isquêmica do coração
  2. Acidente vascular encefálico
  3. Doença de obstrução pulmonar crônica
  4. Infecções respiratórias inferiores
  5. Condições neonatais
  6. Traquéia, brônquios, câncer de pulmão
  7. Doença de Alzheimer e outras demências
  8. Doenças diarreicas
  9. Diabetes mellitus
  10. Doenças renais

3 miniaturas de pessoas sobre linhas que demarcam os números 80, 90 e 100, como se estivesse demonstrando a corrida de quem vive por mais tempo. Imagem para ilustrar a matéria sobre as 10 maiories causas de morte no mundo.

Crédito: Noppawan09/shutterstock

Principais causas de morte não são transmissíveis

A OMS destaca que, atualmente, sete das dez principais causas de morte no mundo não são transmissíveis. Isso representa um aumento em comparação ao ranking passado. Em 2000, as doenças transmissíveis eram quatro das dez maiores causas de morte.

O Alzheimer e outras formas de demência também passaram a aparecer no ranking. Nesses casos, destaca-se que as mulheres são afetadas em maior grau: 65% das mortes por Alzheimer e outras demências ocorrem entre mulheres.

As estimativas mostram que há um movimento crescente para a longevidade. Em 2019, as pessoas viveram, em média, seis anos a mais do que viviam em 2000. A média global da expectativa de vida foi de 73 anos em 2019. Em 2000, essa estimativa era de quase 67 anos.

A expectativa de vida no Brasil ficou acima da média global. Segundo a OMS, ao nascer, a expectativa de vida do brasileiro era de 75,9 anos em 2019. As mulheres devem viver, em média, até os 79,39 anos, sete anos a mais que os homens, com 72,45 anos.

Porém, a OMS destaca que esses anos adicionais nem sempre foram bem vividos com saúde. As deficiências aumentaram e os traumatismos por acidentes, também. De acordo com o ranking, a expectativa de vida com saúde também cresceu - passou de 58,3 em 2000 para 63,7, em 2019 -, mas não acompanhou o ritmo de crescimento da expectativa de vida.

Cenário de pandemia mundial

Até a divulgação do estudo, a covid-19 havia tirado mais de 1,5 milhão de vidas. De acordo com um levantamento do El Pais, pelo menos 1,8 milhão de pessoas morreram de covid-19 em 2020. E, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), aqueles que vivem com problemas de saúde pré-existentes (como doença cardíaca, diabetes e problemas respiratórios) correm maior risco de complicações e morte devido à covid-19.

Por isso é preciso ter um controle sobre os cuidados com a saúde. Visita regular ao médico, a prática de exercícios e de uma alimentação saudável e, também, o uso adequado de medicamentos.  Caso o cuidado com a saúde seja uma exigência para a sua vida, tenha acesso a descontos exclusivos na compra de remédios. Ao se tornar membro do Instituto de Longevidade MAG você tem direito à medicamentos mais baratos e também a suplementos e vitaminas. Inscreva-se e garanta a sua economia.

Botão para se cadastrar no programa Descontos em Medicamentos do Instituto de Longevidade MAG, na matéria sobre falta de vitamina D. 

Leia também

Desde 2000, quedas causaram morte de 15 mil idosos no Brasil, diz OMS

Master Acidentes Domiciliares é o primeiro seguro que garante proteção financeira em caso de acidente em casa

Compartilhe com seus amigos

Receba os conteúdos do Instituto de Longevidade em seu e-mail. Inscreva-se: