Fugir do sol pode ser a explicação para que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo sofram com a falta de vitamina D no sangue. Diferente de outras vitaminas, ela é tão essencial para nós, que o nosso próprio corpo é responsável por sua produção, mas apenas quando a pele é exposta a raios ultravioletas.

"Muito mais que uma vitamina, é um hormônio vital", diz Patrick Rocha, presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas. "O uso exagerado de protetores atrapalha o processo natural de produção do hormônio. O corpo metaboliza a vitamina D a partir do colesterol quando a pele é exposta à luz solar".

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Crédito: Syda Productions/shutterstock

"Isso tem levado milhares de pessoas ao adoecimento. Muitas vivem com os sintomas – como infecções recorrentes, cansaço, alterações de humor e dores musculares, entre outros – sem nem imaginar a raiz do problema. Nunca se expor ao sol é tão nocivo para a saúde quanto a exposição excessiva", alerta o médico.

Para manter a saúde do corpo, são necessários apenas 15 minutos de sol por dia, de preferência perto do meio-dia. “O ideal é aplicar protetor solar apenas no rosto e nas mãos, mas não nos braços, por exemplo. Assim, uma quantidade suficiente de pele ficará exposta para criar adequadamente a vitamina D que o corpo precisa.”

Esses cuidados são essenciais para qualquer um que deseja viver mais e melhor, principalmente para quem já passou dos 60 anos.

6 sinais de que há falta de vitamina D no seu organismo

Enfraquecimento dos ossos

Muitas mulheres diagnosticadas com perda óssea acreditam que precisam tomar mais cálcio. No entanto, elas na verdade podem estar com falta de vitamina D, pois a substância desempenha um papel fundamental na absorção de cálcio e no metabolismo ósseo.

Para evitar a osteoporose e suas consequências negativas, muitas vezes é indicada a reposição tanto dessa vitamina, como de magnésio e cálcio.

Gripe e baixa imunidade

Gripes e infecções recorrentes indicam que o seu sistema imunológico não anda muito bem. Baixos níveis de vitamina D afetam a produção de anticorpos. 

Estudos mostram que a presença da substância em níveis adequados previne respostas inflamatórias prolongadas ou excessivas. Essas alterações são raízes de muitas doenças crônicas e autoimunes. É o caso da artrite reumatoide, esclerose múltipla, síndrome do intestino irritável e outros distúrbios digestivos.

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Crédito: Gulcin Ragiboglu/shutterstock

Cansaço constante

Sentir-se cansado o tempo todo pode ter muitas causas, e a falta de vitamina D é uma delas. Com a rotina acelerada da maioria das pessoas, "muitas vezes esse sintoma é negligenciado e passa até a ser tratado como algo normal", adverte Patrick.

Os níveis baixos desse hormônio interferem diretamente no metabolismo do cálcio e do fósforo. Isso faz com que as células trabalhem de forma inadequada e fiquem fatigadas.

Alterações de humor

Alterações de humor, incluindo depressão sazonal causada pelo frio ou pela TPM, e irritabilidade de insônia têm correlação com a deficiência de vitamina D.

"Em níveis adequados, ela é importante para a produção necessária de serotonina e dopamina, dois neurotransmissores essenciais para manter os níveis de humor adequados", explica Patrick.

Queda de cabelo

A queda de cabelo em excesso, muitas vezes atribuída ao estresse, pode ser o resultado da deficiência de nutrientes ou de outras enfermidades. Nas mulheres, a perda anormal de fios tem sido frequentemente associada a baixos níveis de vitamina D.

Este sintoma também está ligado ao aparecimento da alopecia areata. Trata-se de uma doença autoimune caracterizada pela perda severa de cabelo e pelo. A falta de vitamina D pode ser um fator de risco para desenvolver a doença.

Fraqueza muscular

Há evidências de que a deficiência desse hormônio pode causar dor e fraqueza muscular. De acordo com Patrick, quando há metabolismo inadequado de cálcio e fósforo para o músculo, ele fica facilmente fadigado e fraco, ocasionando em câimbras.

"Além disso, os níveis baixos complicam a atividade metabólica e, portanto, causam dificuldades para quem está tentando perder peso", finaliza.

Como repor vitamina D sem gastar muito

A boa notícia é que existem outras formas de fazer a suplementação de vitamina D além da exposição ao sol, principalmente em época de distanciamento social, em que a maioria das pessoas passa a maior parte dos dias em casa.

De acordo com Durval Rivas-Filho, presidente da Associação Brasileiro de Nutrologia (Abran), uma pessoa com mais de 60 anos apresenta uma maior falta de vitamina D no organismo. "Dependendo da região onde se vive, o clima e as condições socioeconômicas, a taxa de deficiência de vitamina D em idosos varia entre 42% e 83%, então é necessária a suplementação."

Nesses casos, é fundamental se consultar com um especialista, que fará a indicação correta de qual tipo de suplementação consumir, dependendo das necessidades específicas de cada pessoa.

"A falta de vitaminas e minerais provoca mais oxidação celular, mas o excesso também. Por isso, a suplementação de vitamina D só deve ser feita por prescrição médica de acordo com o quadro clínico do paciente."

Após a consulta médica, você pode adquirir a suplementação correta em farmácias, usando os descontos em medicamentos oferecidos gratuitamente a quem é membro do Instituto de Longevidade MAG. Por meio do benefício, você terá acesso a preços únicos em farmácias de todo o Brasil, inclusive para suplementos e vitaminas.

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