Cuidar da saúde e do bem-estar, garantindo longevidade e tranquilidade ao envelhecer, é uma meta estabelecida por diversas pessoas. Aprender a viver mais e melhor requer planejamento e, de uma forma geral, planejamento financeiro. E, quando o assunto é a compra de medicamentos, planejar o custo de vida e os gastos são passos fundamentais.

Mesmo que pensar na saúde seja algo impagável, os gastos com medicamentos tendem a pesar no bolso, principalmente de pessoas acima de 60 anos.

O busto de uma mulher, de cabelos soltos e sorriso aberto, em um fundo claro. Em uma mão, ela está segurando um comprimido. Em outra, um copo de água. Imagem para ilustrar a matéria sobre compra de medicamentos

Crédito: insta_photos/shutterstock

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em 2020, com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 16,2% da população brasileira é composta por pessoas com 60 anos ou mais. Ou seja, cerca de 34 milhões de brasileiros são idosos e precisam dar atenção especial à saúde.

Mas, como economizar na compra de medicamentos e ter tranquilidade financeira com a sua saúde considerando a alta dos preços?

Compra de medicamentos cada vez mais cara

O anúncio foi feito pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), juntamente com mais 20 entidades, divulgou um manifesto contra o fim de isenções de PIS-Cofins para os produtos da saúde prevista pelo PL 2337/2021. O PL faz parte da Reforma Tributária, que altera as regras do Imposto de Renda e vai afetar diretamente as farmacêuticas.

Segundo o Sindusfarma, sem a isenção, poderá haver um aumento de 12% a 21% em produtos e serviços de saúde, impactando diretamente o consumidor final.

Gilson das Chagas, de 63 anos, é aposentado e acredita que planejamento é a melhor opção para o caso de aumento no preço dos remédios. Sua forma de conseguir produtos mais baratos é, em primeiro lugar, a pesquisa de preço.

“O planejamento é certo. Com o aumento do preço da medicação e sem o aumento do salário, onera bastante. Faço pesquisa de preços, nunca compro de primeira e faço um orçamento prévio em todas as farmácias do bairro.” 

Notas de 100 reais, cartelas de comprimido e caixas de remédio sobre uma mesa. Imagem para ilustrar a matéria sobre compra de medicamentos

Crédito: Adao/shutterstock

Começar com a pesquisa de preço é fundamental

Maria da Conceição, assim como Gilson, acredita que a pesquisa de preços é a melhor forma de encontrar produtos acessíveis, principalmente neste momento em que os produtos estão ficando mais caros.

Aposentada e com 74 anos, ela afirma que não depende do uso de muitos remédios, mas que seu marido, de 85 anos, necessita de cerca de cinco tipos diferentes de medicamentos. Para garantir os melhores preços, a pesquisa é imprescindível.

“Os remédios estão encarecendo muito e existe muita diferença entre uma farmácia e outra. Em alguns casos não é uma diferença de dois ou três reais, mas quase 10 reais.”, diz Maria da Conceição.

Recebendo cerca de três salários mínimos, o casal possui uma média de gasto com remédios de R$300 ao mês. Ela diz não separar um orçamento específico para esse investimento, mas, quando necessário, parcela as compras com medicamentos no cartão de crédito.

A pesquisa é a sua maior forma de conseguir descontos e valores menores para que o gasto não comprometa as suas finanças. Contudo, esta não é a única maneira de economizar na hora de comprar os remédios.

Um cesto de supermercado com diversos remédios dentro. Imagem para ilustrar a matéria sobre compra de medicamentos

Crédito: Nudphon Phuengsuwan/shutterstock

Como economizar na compra de medicamentos?

De acordo com Leandro Palmeira, Diretor de Pesquisa do Instituto de Longevidade MAG, as palavras-chave para mitigar os impactos previstos de qualquer aumento de preços são planejamento e controle.

“O planejamento financeiro requer uma revisão constante no modo como uma família aloca suas despesas. Em situações como esta, é sempre recomendável repensar o remanejamento de despesas, como adiar gastos que podem ser adiados e cortar custos com itens que não são essenciais.”

Ainda segundo Leandro, dicas simples e práticas do dia a dia podem auxiliar nesse processo de economia, como por exemplo:

  • Não deixar para fazer suas compras na última hora.

Tente sempre reservar algum tempo para pesquisar preços e garantir os melhores descontos.

  • No momento da consulta médica, pergunte ao médico se existe uma opção genérica de um medicamento prescrito.

Os remédios genéricos costumam ter o preço mais atrativo, os tornando acessíveis e colaborando para a economia.

  • No caso das farmácias, entre em contato com as lojas e tente negociar o valor do medicamento.

Muitas empresas oferecem a cobertura do valor do concorrente. Através da negociação, é possível conseguir valores mais baixos.

  • Procure informações sobre programas de fidelidade e convênios que ofereçam descontos na compra de medicamentos.

Considere fazer uso do programa Farmácia Popular oferecido pelo Governo Federal, que disponibiliza diversos remédios de uso contínuo para doenças crônicas. Também é possível ter preços mais acessíveis através do plano de saúde e cadastros em nos sites de laboratórios.

Além disso, os membros do Instituto de Longevidade MAG contam com descontos em remédios, através de uma parceria exclusiva com a Drogasil e a Droga Raia, a maior rede de farmácias do Brasil.

O benefício para membros foi um lançamento do Mês do Idoso, criado para atender as necessidades de pessoas acima de 60 anos que gastam muito com remédios. Cadastre-se de forma gratuita e garanta mais Longevidade Financeira por meio dos descontos exclusivos.

Botão para se cadastrar no programa Descontos em Medicamentos do Instituto de Longevidade MAG.

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