O Rock in Rio é um festival pioneiro no entretenimento brasileiro. Com primeira apresentação em 1985, idealizada pelo empresário Roberto Medina, o evento se tornou uma fórmula de festival muito além da música. Completando 36 anos de história em 2021, o Rock in Rio representa diversão, inovação e oportunidades.

Em 20 edições, 2.301 artistas foram escalados, mais de 10 milhões de pessoas estiveram na plateia e cerca de 237 mil empregos foram gerados. A edição de 2022, que se inicia em setembro, tem previsão de receber 700 mil pessoas, ter o impacto de R$ 1,7 bilhão na cidade do Rio de Janeiro e a geração de 20 mil empregos diretos.

Fogos de artifício sendo soltos durante um show do Rock in Rio.

Crédito: A.PAES/shutterstock

Experiência para quem trabalha e para quem assiste

Trabalhar no Rock in Rio é uma chance de adquirir experiência em produção ou participação de um grande evento, e também vivenciar a grandeza do festival. Mais do que trabalhar, seja nos bastidores ou mesmo nos quiosques, estar o Rock in Rio é vivenciar a integração dos ambientes e com as pessoas, nos vários habitats que existem no festival.

Antonio Vilela, de 31 anos, é designer e guitarrista na banda Katina Surf. Para ele, um festival de música tem um conceito de experiência e o Rock in Rio também apresenta a mesma frente, mas como um acontecimento raro.

“Uma pessoa, em poucos dias, além de ter a oportunidade de ganhar dinheiro, consegue viver na pele a energia de estar trabalhando em um festival, ainda mais sendo o Rock in Rio do tamanho que é.”

Ainda segundo Antonio, mesmo com uma alta carga de trabalho para todos os setores que atuam no festival, é possível ter diversão, aproveitar um pouco dos shows e criar relações de trabalho ao conhecer diversos outros profissionais. Além disso, trabalhar em grandes eventos como esse, para a área da cultura, é positivo para alimentar o portfólio, seja no audiovisual ou na música.

Networking e oportunidades para o futuro

Outro aspecto positivo para aqueles que trabalham no festival é ter a experiência de algo que não é acessível para todos os brasileiros, uma vez que o ingresso do Rock in Rio custa mais de R$500 reais. De acordo com Antonio, prestar serviço para o evento é uma oportunidade de estar nesse ambiente, tanto para quem trabalha com música quanto para aqueles que prestam serviço de base.

“A experiência do Rock in Rio é vivida pelo músico que toca, pelo técnico que faz engenharia do som, por quem carrega o cabo, por quem vende cerveja, por quem está ali. Essa experiência passa por várias pessoas.”

Fotógrafos trabalhando durante o Rock in Rio

Crédito: Andre Luiz Moreira/shutterstock

Todas as gerações são bem-vindas no Rock in Rio

O festival reúne diferentes gerações de artistas, agradando a públicos diversos a até mesmo a pessoas acima de 50 anos. Para Simone Vasconcelos, comerciante de 53 anos, esse encontro de gerações é o mais fascinante do evento. Segundo ela, a mistura de estilos, como MPB com rock, brega com rock pesado, e os multipalcos são um espetáculo.

“Para o brasileiro, é uma oportunidade de assistir a shows internacionais que, talvez, se fosse um show único, de apenas uma banda, não tivesse condições para comprar o ingresso.”

Simone, assim como Antonio, reconhece que o valor não é acessível para a grande massa, mas que é possível parcelar ou pagar a meia entrada, dependo das condições. Outro aspecto do festival que ela admira é a chance de acompanhar os shows em família.

Artistas de todas as idades

Com diversos tipos de entretenimento durante o festival, é possível que avós, pais, filhos e netos estejam presentes vivenciando essa experiência única juntos. Grande fã de MPB e rock internacional, Simone conta que se sentiu realizada ao assistir ao show do Pearl Jam, no Maracanã, e ao espetáculo de The Wall, com Roger Waters, do Pink Floyd, no estádio do Engenhão. O próximo show que tem interesse é do Iron Maiden, que confirmou presença no Rock in Rio 2022.

As bandas que Simone gosta fazem parte de uma geração de rock com artistas entre 50, 60 e 70 anos, como é o caso de Roger Waters, vocalista do Pink Floyd, de 78 anos; e de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, de 63 anos.

Outros grupos musicais e artistas acima de 50 anos que irão se apresentar no festival em 2022 são:

  • Macy Gray, cantora de R&B e Soul, de 54 anos;
  • Derrick Green, vocalista da banda de heavy metal Sepultura, de 50 anos;
  • James LaBrie, vocalista da banda de metal progressivo Dream Theater, de 58 anos;
  • Dave Mustaine, guitarrista e vocalista da banda de heavy metal Megadeth, de 60 anos.

O Rock in Rio, então, representa para muitos a oportunidade de assistir a artistas que fizeram história ao longo da vida de diversas famílias e seguem nos ensinando de que fazer o que ama não tem idade.


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