A partir de 2023, a prova de vida do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) será realizada através do cruzamento de dados. Isso significa que os 36 milhões de aposentados e pensionistas que recebem benefícios não precisarão mais ir presencialmente a uma agência para provar que estão vivos.

Com a mudança de procedimento, o INSS vai passar a cruzar dados para checar se o beneficiário realizou alguma ação que tenha sido administrada e registrada em bases de informações do Instituto ou bases de qualquer órgão público federal. 

Dentre exemplos de dados que podem ser usados para comprovação da prova de vida estão: consultas no Sistema Único de Saúde (SUS), registros de vacinação e comprovantes de votação nas últimas eleições. Além deles, também poderão ser usados como prova de vida a emissão ou renovação de passaporte, carteira de motorista, identidade, etc. 

Idoso realizando prova de vida por meio eletrônico

Crédito: fizkes/shutterstock

Prova de vida por meio eletrônico ou presencial só ocorrerá em alguns casos

Apesar da prova de vida passar a ser realizada através do cruzamento de dados a partir de 2023, em alguns casos ela ainda ocorrerá de forma presencial. Ou, ainda, por meio eletrônico. Isso só vai acontecer caso não seja possível comprovar que o beneficiário está vivo por meio da checagem de dados. 

Nessa situação, o beneficiário vai receber uma notificação referente à necessidade de se apresentar de alguma maneira.

Até o final deste ano, porém, não haverá bloqueio de pagamento de nenhum beneficiário do INSS por conta de uma eventual falta de apresentação de prova de vida. Quem quiser e puder, entretanto, poderá fazer a prova de forma voluntária. Isso poderá ser feito através da rede bancária ou por meio do aplicativo do INSS.

A prova de vida foi criada como um procedimento obrigatório para o segurado do INSS comprovar que está vivo e continuar recebendo os pagamentos. Durante um tempo ela era realizada apenas de forma presencial.

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